Museu da Justiça promove curso sobre a Corte Portuguesa no Brasil

O Museu da Justiça está com inscrições abertas, a partir do dia 04 de agosto, para o Curso "A Corte Portuguesa no Brasil: Implicações Históricas, Sociais e Jurídicas". O curso pretende analisar o panorama histórico brasileiro e europeu no início da Idade Moderna, com a transferência da família real portuguesa para o Brasil e seus efeitos. As inscrições serão feitas pelo telefone 3133-2975. As vagas são limitadas.

Também serão abordados os movimentos migratórios europeus, incentivados pela política de D. João e as transformações sociais, econômicas, culturais e judiciárias advindas com a chegada da Corte Portuguesa. O curso é destinado aos magistrados, funcionários, professores, estudantes e demais pessoas interessadas no tema. Local: Sede do Museu da Justiça, à Rua Dom Manoel, nº 29, 3º andar, Centro. Mais informações através do telefone 3133-2975, das 11h30 às 17h30.

A carga horária prevista é de dez horas, com distribuição de certificados pelo museu. Mas, eles somente serão emitidos aos alunos que comparecerem a 80% das aulas. Os demais serão considerados ouvintes. O curso será realizado em dias alternados, 19, 21, 26, 27 e 28 de agosto, no horário das 18 às 20 horas, e faz parte dos eventos comemorativos pelo bicentenário da vinda da família portuguesa ao Brasil. O objetivo é permitir a compreensão da relação entre a produção do Direito e o desenvolvimento da sociedade, entre outros.

O conteúdo programático é o seguinte:

1ª aula, dia 19 de agosto - Panorama histórico brasileiro e europeu no início da Idade Moderna; 2ª aula, dia 21 - Ações políticas e diplomacia no Reino Unido; 3ª aula, dia 26 - As transformações sociais e econômicas; 4ª aula, dia 27 - As transformações políticas-jurídicas; e 5ª aula, dia 28- A Casa da Suplicação do Brasil.

Os palestrantes serão os desembargadores Antônio Izaías da Costa Abreu, Luiz César de Aguiar Bittencourt Silva e Elmo Guedes Arueira (membros do Grupo de Altos Estudos da Memória Judiciária do Museu da Justiça do Rio de Janeiro), além do professor Jorge Luís Rocha (Chefe do Serviço de Documentação Histórica do Museu e pós- graduado em História).

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro »

Revista Jus Vigilantibus, Sexta-feira, 1º de agosto de 2008