A evolução do Direito depende do nosso esforço
por Luiz Guilherme Marques.
Costuma-se dividir o Conhecimento em quatro ramos: Ciência, Filosofia, Religião e Arte, sendo que as pessoas que se dedicam a cada uma dessas especialidades (como se sabe) são os cientistas, filósofos, religiosos e artistas.
Muitos especialistas usam o prestígio da sua especialidade para fazer afirmações pessoais como se toda sua classe pensasse daquela forma. Assim, muitos cientistas negam a existência de DEUS e da alma com base na pretensa falta de provas da sua existência, circunscrevendo-se ao que detectam com os instrumentos de que dispõem, sem querer enxergar o que a lógica da Lei de Causa e Efeito induz; vários filósofos atêm-se a malabarismos de raciocínio e jogo de palavras para passarem longe das questões essenciais à vida humana; diversos religiosos usam o nome de DEUS na disputa de poder e dinheiro, esquecidos do “daí a César o que é de César e a DEUS o que é de DEUS”; e uma quantidade grande de artistas prega o Belo sem nenhum compromisso com a Ética, induzindo multidões à irresponsabilidade moral e aos desatinos.
Os operadores do Direito são homens e mulheres ligados à Ciência, com liberdade para propugnar pelo Direito ligado à idéia de DEUS ou pela Ciência simplesmente materialista. De um modo geral, de acordo com a posição que cada um adota, sua atuação reveste-se de determinadas características: uns agem de forma idealista, outros visam acima de tudo benefícios pessoais para si próprios.
Como operador do Direito, oro a DEUS que me faça sempre lembrar de colocar em prática o ideal de Liberdade, Igualdade e Fraternidade em todas as situações da vida.
Não vejo como possamos melhorar o mundo e as pessoas sem a prática dessa fórmula. Com a Liberdade de pensamento cada um contribui para a prevalência da Verdade, mesmo quando simplesmente queira contrapor-se a uma idéia por mero espírito de contradição. Com a Igualdade, cada qual manifesta suas habilidades e talentos, enriquecendo o acervo do Conhecimento, que deve ser acessível a todos. Com a Fraternidade, realiza-se a Felicidade geral e de cada um, numa permanente permuta de afeto e auxílio entre todos.
Essa fórmula está acima de qualquer divisionismo científico, religioso, filosófico ou artístico e não supervaloriza nenhuma corrente em detrimento de outra.
Todas as procuras bem intencionadas e idealistas levam à Verdade, tanto quanto tinham razão os antigos quando afirmavam que “todos os caminhos levam a Roma”.
O que falta em muitos são justamente a boa intenção e o idealismo, pois pretendem sobretudo proveitos pessoais, muitas vezes em detrimento dos outros.
O “Direito tem de ser feito para o homem e não o homem para o Direito”. Cada operador do Direito deve contribuir para fazê-lo mais humano e realizador da Felicidade humana.
Penso que Ciência sem DEUS é caminho para a crueldade, a miséria material e moral, a desigualdade e os demais absurdos que hoje acontecem em alta escala.
Muitos especialistas usam o prestígio da sua especialidade para fazer afirmações pessoais como se toda sua classe pensasse daquela forma. Assim, muitos cientistas negam a existência de DEUS e da alma com base na pretensa falta de provas da sua existência, circunscrevendo-se ao que detectam com os instrumentos de que dispõem, sem querer enxergar o que a lógica da Lei de Causa e Efeito induz; vários filósofos atêm-se a malabarismos de raciocínio e jogo de palavras para passarem longe das questões essenciais à vida humana; diversos religiosos usam o nome de DEUS na disputa de poder e dinheiro, esquecidos do “daí a César o que é de César e a DEUS o que é de DEUS”; e uma quantidade grande de artistas prega o Belo sem nenhum compromisso com a Ética, induzindo multidões à irresponsabilidade moral e aos desatinos.
Os operadores do Direito são homens e mulheres ligados à Ciência, com liberdade para propugnar pelo Direito ligado à idéia de DEUS ou pela Ciência simplesmente materialista. De um modo geral, de acordo com a posição que cada um adota, sua atuação reveste-se de determinadas características: uns agem de forma idealista, outros visam acima de tudo benefícios pessoais para si próprios.
Como operador do Direito, oro a DEUS que me faça sempre lembrar de colocar em prática o ideal de Liberdade, Igualdade e Fraternidade em todas as situações da vida.
Não vejo como possamos melhorar o mundo e as pessoas sem a prática dessa fórmula. Com a Liberdade de pensamento cada um contribui para a prevalência da Verdade, mesmo quando simplesmente queira contrapor-se a uma idéia por mero espírito de contradição. Com a Igualdade, cada qual manifesta suas habilidades e talentos, enriquecendo o acervo do Conhecimento, que deve ser acessível a todos. Com a Fraternidade, realiza-se a Felicidade geral e de cada um, numa permanente permuta de afeto e auxílio entre todos.
Essa fórmula está acima de qualquer divisionismo científico, religioso, filosófico ou artístico e não supervaloriza nenhuma corrente em detrimento de outra.
Todas as procuras bem intencionadas e idealistas levam à Verdade, tanto quanto tinham razão os antigos quando afirmavam que “todos os caminhos levam a Roma”.
O que falta em muitos são justamente a boa intenção e o idealismo, pois pretendem sobretudo proveitos pessoais, muitas vezes em detrimento dos outros.
O “Direito tem de ser feito para o homem e não o homem para o Direito”. Cada operador do Direito deve contribuir para fazê-lo mais humano e realizador da Felicidade humana.
Penso que Ciência sem DEUS é caminho para a crueldade, a miséria material e moral, a desigualdade e os demais absurdos que hoje acontecem em alta escala.
Revista Jus Vigilantibus, Sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
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