O contrário do amor não é o ódio
por Paulo Queiroz
Quando sacrificamos animais ou os matamos para comê-los, não é o ódio que nos move;
Quando somos ingratos com alguém que nos serviu e nos foi útil, não é o ódio que nos move;
Quando somos infiéis, não é o ódio que nos move;
Quando um homem estupra uma mulher indefesa, não é ó ódio que o move;
Quando um homem adulto mantém relações sexuais com uma criança, não é o ódio que o move;
Quando um juiz condena alguém para fazer estatística, não é o ódio que o move;
Quando um policial assiste passivo à execução de um criminoso indefeso, não é o ódio que o move;
Quando um empresário mantém trabalhador em condição análoga à de escravo, não é o ódio que o move;
Quando soldados enviavam pessoas aos campos de concentração, não era o ódio que os movia;
O contrário do amor não é o ódio, mas a (absoluta) indiferença para com o ou
Quando somos ingratos com alguém que nos serviu e nos foi útil, não é o ódio que nos move;
Quando somos infiéis, não é o ódio que nos move;
Quando um homem estupra uma mulher indefesa, não é ó ódio que o move;
Quando um homem adulto mantém relações sexuais com uma criança, não é o ódio que o move;
Quando um juiz condena alguém para fazer estatística, não é o ódio que o move;
Quando um policial assiste passivo à execução de um criminoso indefeso, não é o ódio que o move;
Quando um empresário mantém trabalhador em condição análoga à de escravo, não é o ódio que o move;
Quando soldados enviavam pessoas aos campos de concentração, não era o ódio que os movia;
O contrário do amor não é o ódio, mas a (absoluta) indiferença para com o ou
Revista Jus Vigilantibus, Sexta-feira, 1º de janeiro de 2010
Deixe seu comentário