Trabalhar convictamente pela evolução do Direito e da Justiça
por Luiz Guilherme Marques.
Há basicamente dois modos de dedicação à Ciência. Um deles é colocando o coração como impulsionador das pesquisas, visando minorar as agruras humanas. Outro é considerando a Ciência como um fim em si mesmo, onde os seres humanos são meros detalhes nas estatísticas.
Em qualquer setor científico há teóricos e práticos das duas tendências.
Tanto uns quanto outros acabam por contribuir para o Conhecimento humano, mesmo nos casos daqueles que visam o mal, pois funcionam como alertas para as gerações futuras.
No universo jurídico também há teóricos e práticos dos dois estilos. Em uns a vaidade intelectual é o móvel real, quando não sejam meros mercenários a serviço de clientes poderosos particulares ou governamentais que lhes compram a consciência a peso de dinheiro ou cargos. Em outros o ideal de trabalhar por sonhos do tipo Liberdade, Igualdade e Fraternidade é realmente sincero.
Infelizmente, há muita influência de interesses econômicos e políticos retrógrados e há quem os defenda doutrinária, legal e jurisprudencialmente.
Teóricos e operadores do Direito mercenários e amorais como aqueles que viviam a soldo de ADOLF HITLER E JOSEPH STALIN existem em todos os países, inclusive no nosso.
Principalmente os estudantes de Direito, naturalmente ainda pouco habituados à reflexão jurídica, são presas relativamente fáceis para esses homens e mulheres que mercadejam com o Direito e a Justiça.
O ser humano caminha para um futuro cada vez mais próximo dos sonhos dos homens e mulheres de 1789 e felizmente não há nenhuma chance real de retrocesso nessa estrada de integração mundial e interpessoal.
É preciso analisarmos nossa atuação no Direito, na Justiça, na Política, na Economia, na Educação, na vida particular e na vida pública e verificarmos a quem estamos servindo: se aos ideais mais puros da condição humana ou se pretendemos transformar as pessoas em pedestais do nosso egoísmo.
A indefinição significa enganar a si mesmo e ludibriar os outros.
O atordoamento em que muitos vivem é reflexo da falta de seriedade e de comprometimento com as grandes causas.
A vida de cada um pode seguir um rumo certo e definido ou oscilar entre os extremos, parecendo barco à deriva em mar alto. Para esses, muitas das vitórias são prenúncio de derrocadas lamentáveis.
Nessa caminhada, somente a reflexão sobre o que DEUS espera de nós dá a certeza de que estamos no rumo certo e chegaremos a um final feliz.
Em qualquer setor científico há teóricos e práticos das duas tendências.
Tanto uns quanto outros acabam por contribuir para o Conhecimento humano, mesmo nos casos daqueles que visam o mal, pois funcionam como alertas para as gerações futuras.
No universo jurídico também há teóricos e práticos dos dois estilos. Em uns a vaidade intelectual é o móvel real, quando não sejam meros mercenários a serviço de clientes poderosos particulares ou governamentais que lhes compram a consciência a peso de dinheiro ou cargos. Em outros o ideal de trabalhar por sonhos do tipo Liberdade, Igualdade e Fraternidade é realmente sincero.
Infelizmente, há muita influência de interesses econômicos e políticos retrógrados e há quem os defenda doutrinária, legal e jurisprudencialmente.
Teóricos e operadores do Direito mercenários e amorais como aqueles que viviam a soldo de ADOLF HITLER E JOSEPH STALIN existem em todos os países, inclusive no nosso.
Principalmente os estudantes de Direito, naturalmente ainda pouco habituados à reflexão jurídica, são presas relativamente fáceis para esses homens e mulheres que mercadejam com o Direito e a Justiça.
O ser humano caminha para um futuro cada vez mais próximo dos sonhos dos homens e mulheres de 1789 e felizmente não há nenhuma chance real de retrocesso nessa estrada de integração mundial e interpessoal.
É preciso analisarmos nossa atuação no Direito, na Justiça, na Política, na Economia, na Educação, na vida particular e na vida pública e verificarmos a quem estamos servindo: se aos ideais mais puros da condição humana ou se pretendemos transformar as pessoas em pedestais do nosso egoísmo.
A indefinição significa enganar a si mesmo e ludibriar os outros.
O atordoamento em que muitos vivem é reflexo da falta de seriedade e de comprometimento com as grandes causas.
A vida de cada um pode seguir um rumo certo e definido ou oscilar entre os extremos, parecendo barco à deriva em mar alto. Para esses, muitas das vitórias são prenúncio de derrocadas lamentáveis.
Nessa caminhada, somente a reflexão sobre o que DEUS espera de nós dá a certeza de que estamos no rumo certo e chegaremos a um final feliz.
Revista Jus Vigilantibus, Quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Deixe seu comentário