Não ao “turismo sexual” e sim ao esporte
por Luiz Guilherme Marques.
A relação sexual com adolescentes é regulada pelas leis de cada país referentemente à idade de consentimento. Vejamos alguns exemplos: 13 anos na Espanha; 14 em Portugal, Itália, Alemanha e Áustria; 15 na França e Dinamarca; e 16 na Noruega.
Para nós, brasileiros - para quem a idade mínima começa aos 18 anos - assustam as idades mínimas de 13, 14 15 e 16 anos.
Muitos “empresários” brasileiros e estrangeiros exploram o “turismo sexual” no nosso país, trabalhando por lucros imorais contra a honra de adolescentes, jovens e mulheres pobres e desinformadas.
Canais de televisão (inclusive através de novelas desagregadoras), empresas jornalísticas e outros veículos de comunicação têm incentivado o “culto à sensualidade”, provocando o desvirtuamento dos ideais femininos, com vistas a arrebanhar pessoas para abastecer o mercado insaciável da prostituição.
Culpa deve ser imputada também a pais e mães que não orientam suas filhas e, até, estimulam-nas à supervalorização do sexo.
Também cabe parte da culpa às escolas, que descuram do dever de orientar as novas gerações de forma efetiva e não apenas através de uma atuação “pro forma”. Sei de uma professor que aconselha suas alunas e alunos de 13 anos a “ficar”...
Igualmente são causadores desse estado lastimável os Governos, que não atacam de frente as atividades dos tais “empresários”.
Nossas meninas e jovens deveriam ser incentivadas à prática de esportes, com abertura franca para a profissionalização em grande escala.
Somos um dos piores países nas competições esportivas e um dos maiores exportadores de mulheres destinadas ao mercado internacional de prostituição.
Isso nos desmerece frente aos países estrangeiros.
Muitas jovens prostituídas seriam grandes atletas, podemos ter certeza disso.
Ao invés de supervalorizarmos a beleza das mulheres brasileiras, chamando os estrangeiros para desencaminhar muitas delas, devemos investir no seu desenvolvimento como atletas, como o fazem os chineses, americanos, alemães, russos etc.
Ao invés de mantermos a fama internacional de país do “sexo fácil e barato” devemos nos esforçar por adquirir o prestígio de “grande celeiro de atletas”.
Um radioso futuro aguarda nossas meninas, seguindo os exemplos das “meninas” do vôlei e do basquete, de MÁRCIA FU e HORTÊNCIA.
Para nós, brasileiros - para quem a idade mínima começa aos 18 anos - assustam as idades mínimas de 13, 14 15 e 16 anos.
Muitos “empresários” brasileiros e estrangeiros exploram o “turismo sexual” no nosso país, trabalhando por lucros imorais contra a honra de adolescentes, jovens e mulheres pobres e desinformadas.
Canais de televisão (inclusive através de novelas desagregadoras), empresas jornalísticas e outros veículos de comunicação têm incentivado o “culto à sensualidade”, provocando o desvirtuamento dos ideais femininos, com vistas a arrebanhar pessoas para abastecer o mercado insaciável da prostituição.
Culpa deve ser imputada também a pais e mães que não orientam suas filhas e, até, estimulam-nas à supervalorização do sexo.
Também cabe parte da culpa às escolas, que descuram do dever de orientar as novas gerações de forma efetiva e não apenas através de uma atuação “pro forma”. Sei de uma professor que aconselha suas alunas e alunos de 13 anos a “ficar”...
Igualmente são causadores desse estado lastimável os Governos, que não atacam de frente as atividades dos tais “empresários”.
Nossas meninas e jovens deveriam ser incentivadas à prática de esportes, com abertura franca para a profissionalização em grande escala.
Somos um dos piores países nas competições esportivas e um dos maiores exportadores de mulheres destinadas ao mercado internacional de prostituição.
Isso nos desmerece frente aos países estrangeiros.
Muitas jovens prostituídas seriam grandes atletas, podemos ter certeza disso.
Ao invés de supervalorizarmos a beleza das mulheres brasileiras, chamando os estrangeiros para desencaminhar muitas delas, devemos investir no seu desenvolvimento como atletas, como o fazem os chineses, americanos, alemães, russos etc.
Ao invés de mantermos a fama internacional de país do “sexo fácil e barato” devemos nos esforçar por adquirir o prestígio de “grande celeiro de atletas”.
Um radioso futuro aguarda nossas meninas, seguindo os exemplos das “meninas” do vôlei e do basquete, de MÁRCIA FU e HORTÊNCIA.
Revista Jus Vigilantibus, Quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Comentários
LUGAR DE MENINAS E MULHERES É NA ESCOLA... ISSO REDUZ A POPULAÇAO...ESCOLA NELAS....SAI MAIS BARATO...
– PEDRO CTBA, aproximadamente 2 anos atrás.
realmente,O Brasil é considerado como opaís do"sexo facil", mas porque que os pais apoiam as filhas? sera que nao é a disigualidade social que faz com k vao a esse caminho?
Mas tambem o governo tem k punir severamente todos os individuos k estao metidos nessa pratica criminosa... Só assim teremos um País novo...
– Rosana Santos , aproximadamente 2 anos atrás.