A necessidade de conhecer seu maravilhoso mundo interior
por Luiz Guilherme Marques.
A formação de uma pessoa é trabalho tão complexo que talvez nenhum pedagogo tenha conseguido entender todas suas nuances.
MARIA MONTESSORI procurou investigar em profundidade o assunto num trabalho que durou seis décadas de teoria e prática.
Cada pessoa que vemos à nossa frente é um universo de conhecimentos, convertido em algumas aptidões.
Uns desenvolveram muito o intelecto numa determinada área, outros a boa condição física em alguns aspectos, outros a capacidade de auxiliar os semelhantes etc.
Não há ninguém “completo” e ninguém que se possa dizer “um zero à esquerda”.
A questão é somente da coletividade começar a valorizar realmente cada um por aquilo que ele tem de melhor.
Infelizmente, o egocentrismo dos que assumem algumas posições de comando procura “achatar” a autoestima da maioria, a fim de utilizar a mão de obra das massas a custo baixo. Trata-se de uma estratégia que tem dado como resultado a tremenda desigualdade social que sempre existiu e que, felizmente, aos poucos vai sendo diminuída.
Ninguém consegue viver sem depender da coletividade e ninguém é absolutamente inútil na coletividade.
A atual e as futuras gerações devem ser conscientizadas das idéias básicas da evolução humana representadas no dístico Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Sem a compreensão e a vivência desse ideal não há como passarmos de uma sociedade onde há crimes, corrupção e miséria para outra onde todos vivam em condições excelentes no que diz respeito às relações interpessoais.
Os pais, mães e professores deveriam ensinar nesse sentido pela palavra e pelo exemplo. Os servidores públicos atender bem os cidadãos. Os profissionais liberais confiar mais no ideal do que nos seus honorários profissionais.
A índole de cada pessoa é resultado de muitas vivências físicas e psicológicas, que muitas vezes ficam submersas no seu inconsciente mas a impulsionam a agir de uma ou outra forma.
Somente cada um consegue mergulhar no seu próprio oceano interior e trabalhar seus arquivos internos, melhorando o direcionamento de sua inteligência e seus sentimentos.
Trata-se essa autoanálise de um dever que pouca gente se impõe no nosso mundo ocidental. Aqui vivemos mais em função do corre-corre exterior e poucos praticam esse tipo de exercício no qual são mestres os orientais.
Por isso, nossas sociedades estão sempre em crise e nossos cidadãos digladiando uns contra os outros, atulhando a Justiça de processos, sem possibilidade de real e definitiva solução.
MARIA MONTESSORI procurou investigar em profundidade o assunto num trabalho que durou seis décadas de teoria e prática.
Cada pessoa que vemos à nossa frente é um universo de conhecimentos, convertido em algumas aptidões.
Uns desenvolveram muito o intelecto numa determinada área, outros a boa condição física em alguns aspectos, outros a capacidade de auxiliar os semelhantes etc.
Não há ninguém “completo” e ninguém que se possa dizer “um zero à esquerda”.
A questão é somente da coletividade começar a valorizar realmente cada um por aquilo que ele tem de melhor.
Infelizmente, o egocentrismo dos que assumem algumas posições de comando procura “achatar” a autoestima da maioria, a fim de utilizar a mão de obra das massas a custo baixo. Trata-se de uma estratégia que tem dado como resultado a tremenda desigualdade social que sempre existiu e que, felizmente, aos poucos vai sendo diminuída.
Ninguém consegue viver sem depender da coletividade e ninguém é absolutamente inútil na coletividade.
A atual e as futuras gerações devem ser conscientizadas das idéias básicas da evolução humana representadas no dístico Liberdade, Igualdade e Fraternidade.
Sem a compreensão e a vivência desse ideal não há como passarmos de uma sociedade onde há crimes, corrupção e miséria para outra onde todos vivam em condições excelentes no que diz respeito às relações interpessoais.
Os pais, mães e professores deveriam ensinar nesse sentido pela palavra e pelo exemplo. Os servidores públicos atender bem os cidadãos. Os profissionais liberais confiar mais no ideal do que nos seus honorários profissionais.
A índole de cada pessoa é resultado de muitas vivências físicas e psicológicas, que muitas vezes ficam submersas no seu inconsciente mas a impulsionam a agir de uma ou outra forma.
Somente cada um consegue mergulhar no seu próprio oceano interior e trabalhar seus arquivos internos, melhorando o direcionamento de sua inteligência e seus sentimentos.
Trata-se essa autoanálise de um dever que pouca gente se impõe no nosso mundo ocidental. Aqui vivemos mais em função do corre-corre exterior e poucos praticam esse tipo de exercício no qual são mestres os orientais.
Por isso, nossas sociedades estão sempre em crise e nossos cidadãos digladiando uns contra os outros, atulhando a Justiça de processos, sem possibilidade de real e definitiva solução.
Revista Jus Vigilantibus, Terça-feira, 13 de outubro de 2009
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