Despreparados operadores do Direito e descontrolados jusrisdicionais
por Luiz Guilherme Marques
As civilizações egípcia, indiana, grega e romana foram, se analisadas pela média de suas virtudes e deficiências, as mais avançadas da Antiguidade.
Delas, a única que sobreviveu quase intacta foi a indiana, dotada de uma riqueza que a maioria de nós desconhece.
YOGANANDA, no seu famoso livro “Autobiografia de um Iogue”, relaciona uma série respeitável de avanços científicos daquele povo em épocas recuadas da História, que, posteriormente, foram aperfeiçoados na Europa e chegaram até os dias atuais.
A Yoga é um conjunto muito amplo de conhecimentos, um dos quais dedicado aos exercícios físicos, nunca divorciados da ciência da Meditação.
Se é verdade que muitos ocidentais amam os exercícios físicos, não é menos certo que entendem-nos como mera atividade muscular, muitos deles voltados para os esportes de competição.
Mostramos, com isso, nossa índole agressiva e nosso materialismo.
Cultores dessa ideologia reducionista, contraímos uma série de moléstias orgânicas e psicológicas...
A influência da Yoga e da Meditação é tão expressiva que JOSEPH PILATES (1880 – 1967) criou seu método de educação física centrado em três bases, das quais duas são justamente a Yoga e a Meditação.
Muitos que procuram o socorro de profissionais dessa área sequer imaginam que a Yoga e a Meditação têm a ver com esses exercícios.
Enfronhado no ambiente forense há praticamente 30 anos, tenho visto muitos operadores do Direito vivendo de forma atabalhoada e sem qualidade de vida. Muitos exercem algumas opções esportivas mas quase nunca alcançando a longevidade na prática de atividades físicas justamente por falta de determinados conhecimentos.
Esse diferencial dá o nível de saúde de cada um.
Há muita instabilidade emocional, agressividade e vícios pelo uso do álcool, tabaco e excessos sexuais.
Não há como “servir a dois senhores”, ou seja, não se consegue viver com qualidade real de vida praticando determinadas condutas nocivas.
Uma vida realmente sadia tem sido opção de poucos.
Como consequência, há desacertos inúmeros, que repercutem na nossa atuação nos processos.
Há profissionais irritadiços, intolerantes, impacientes, rudes por causa do fígado intoxicado pelo álcool. Há os que não conseguem concentrar-se o suficiente por causa do uso do tabaco. Há os que vivem abrasados pelas solicitações da sexualidade exacerbada.
Não se trata de moralismo sem sentido, mas de regras práticas de boa forma física e mental adotadas pela maioria dos nossos irmãos orientais.
Sem isso, estaremos com poucas condições de dar conta dos nossos milhões de processos, a maioria dos quais que tem como partes pessoas tão despreparadas quanto nós próprios.
Delas, a única que sobreviveu quase intacta foi a indiana, dotada de uma riqueza que a maioria de nós desconhece.
YOGANANDA, no seu famoso livro “Autobiografia de um Iogue”, relaciona uma série respeitável de avanços científicos daquele povo em épocas recuadas da História, que, posteriormente, foram aperfeiçoados na Europa e chegaram até os dias atuais.
A Yoga é um conjunto muito amplo de conhecimentos, um dos quais dedicado aos exercícios físicos, nunca divorciados da ciência da Meditação.
Se é verdade que muitos ocidentais amam os exercícios físicos, não é menos certo que entendem-nos como mera atividade muscular, muitos deles voltados para os esportes de competição.
Mostramos, com isso, nossa índole agressiva e nosso materialismo.
Cultores dessa ideologia reducionista, contraímos uma série de moléstias orgânicas e psicológicas...
A influência da Yoga e da Meditação é tão expressiva que JOSEPH PILATES (1880 – 1967) criou seu método de educação física centrado em três bases, das quais duas são justamente a Yoga e a Meditação.
Muitos que procuram o socorro de profissionais dessa área sequer imaginam que a Yoga e a Meditação têm a ver com esses exercícios.
Enfronhado no ambiente forense há praticamente 30 anos, tenho visto muitos operadores do Direito vivendo de forma atabalhoada e sem qualidade de vida. Muitos exercem algumas opções esportivas mas quase nunca alcançando a longevidade na prática de atividades físicas justamente por falta de determinados conhecimentos.
Esse diferencial dá o nível de saúde de cada um.
Há muita instabilidade emocional, agressividade e vícios pelo uso do álcool, tabaco e excessos sexuais.
Não há como “servir a dois senhores”, ou seja, não se consegue viver com qualidade real de vida praticando determinadas condutas nocivas.
Uma vida realmente sadia tem sido opção de poucos.
Como consequência, há desacertos inúmeros, que repercutem na nossa atuação nos processos.
Há profissionais irritadiços, intolerantes, impacientes, rudes por causa do fígado intoxicado pelo álcool. Há os que não conseguem concentrar-se o suficiente por causa do uso do tabaco. Há os que vivem abrasados pelas solicitações da sexualidade exacerbada.
Não se trata de moralismo sem sentido, mas de regras práticas de boa forma física e mental adotadas pela maioria dos nossos irmãos orientais.
Sem isso, estaremos com poucas condições de dar conta dos nossos milhões de processos, a maioria dos quais que tem como partes pessoas tão despreparadas quanto nós próprios.
Revista Jus Vigilantibus, Sexta-feira, 3 de julho de 2009
Comentários
Busca da Humanização : Interessante como este sr. aborda temas importantes...
Se todos os juristas buscassem conhecimento mais amplo, com certeza nossos dias estariam melhores na lida social... Melhoraria em tudo!
– Marco A.C.Barbosa, 8 meses atrás.