Alinhamento da TI com os negócios
por Flavio Augusto Lima da Costa
A TI já não é mais tema de discussão somente do pessoal de TI.
As empresas que utilizam os recursos de TI para melhorar a produtividade das equipes já entenderam isso. Um modelo de Governança, mesmo que genericamente apresentado, poderá se tornar a base para fomentar a maturidade dos processos.
Sabemos que os investimentos realizados em tecnologia são para a promoção do alinhamento desta área com o negócio, porém há necessidade do entendimento da diretoria sobre o destino de tais recursos e de que maneira eles ajudarão o negócio, e isto depende muito de como o CIO justificará os projetos, bem como fará com que eles saiam do papel.
A necessidade do alinhamento é fundamental, principalmente neste momento de crise, em que os orçamentos para todas as áreas tendem a ser enxugados. Na TI não será diferente. Esse é um momento para que o CIO se destaque, fazendo um planejamento estratégico para a área e colaborando com a melhoria na aplicação dos recursos orçamentários disponibilizados para viabilizar a redução de custos.
Dentro os projetos elencados para 2009, há que se basear em soluções que se justifiquem e não em modismos tecnológicos. A defesa do projeto desencadeia a motivação pelo seu resultado, pela sua implantação. Eis o combustível para que as coisas aconteçam.
Algumas empresas ainda consideram a área de tecnologia apenas como uma área de suporte técnico para as operações. Esta é somente uma de suas funções: prestar o suporte técnico para os diversos serviços de tecnologia disponíveis (catálogo de serviços) para possibilitar a execução dos trabalhos de todas as áreas. Mesmo que genericamente apresentado, um modelo de Governança possibilita negociar com os clientes internos (usuários), acordos de atendimento, os níveis de serviços ou acordos operacionais.
O paradigma da exclusividade da prestação de serviços de suporte foi quebrado há tempos. A TI tinha a função de provedora/guardiã dos dados e a acumular a de gestora e produtora de informações. Passou a ser estratégica, ocupando uma cadeira nas reuniões de diretoria e discutindo o negócio em condições idênticas às demais áreas. Também pode opinar sobre projetos que viabilizem a melhoria diretamente em outras áreas. É preciso entender que a área de TI é de propulsão, de saltos e de parceria.
As empresas que ainda não se deram conta do quão importante é este alinhamento com o negócio, continuam a um passo da concorrência. Esta, por sua vez, já tem um gestor liderando seus projetos, que pensa e implanta soluções que tornam a empresa mais ágil, produtiva e otimizada.
É o CIO quem deve liderar as mudanças.
As empresas que utilizam os recursos de TI para melhorar a produtividade das equipes já entenderam isso. Um modelo de Governança, mesmo que genericamente apresentado, poderá se tornar a base para fomentar a maturidade dos processos.
Sabemos que os investimentos realizados em tecnologia são para a promoção do alinhamento desta área com o negócio, porém há necessidade do entendimento da diretoria sobre o destino de tais recursos e de que maneira eles ajudarão o negócio, e isto depende muito de como o CIO justificará os projetos, bem como fará com que eles saiam do papel.
A necessidade do alinhamento é fundamental, principalmente neste momento de crise, em que os orçamentos para todas as áreas tendem a ser enxugados. Na TI não será diferente. Esse é um momento para que o CIO se destaque, fazendo um planejamento estratégico para a área e colaborando com a melhoria na aplicação dos recursos orçamentários disponibilizados para viabilizar a redução de custos.
Dentro os projetos elencados para 2009, há que se basear em soluções que se justifiquem e não em modismos tecnológicos. A defesa do projeto desencadeia a motivação pelo seu resultado, pela sua implantação. Eis o combustível para que as coisas aconteçam.
Algumas empresas ainda consideram a área de tecnologia apenas como uma área de suporte técnico para as operações. Esta é somente uma de suas funções: prestar o suporte técnico para os diversos serviços de tecnologia disponíveis (catálogo de serviços) para possibilitar a execução dos trabalhos de todas as áreas. Mesmo que genericamente apresentado, um modelo de Governança possibilita negociar com os clientes internos (usuários), acordos de atendimento, os níveis de serviços ou acordos operacionais.
O paradigma da exclusividade da prestação de serviços de suporte foi quebrado há tempos. A TI tinha a função de provedora/guardiã dos dados e a acumular a de gestora e produtora de informações. Passou a ser estratégica, ocupando uma cadeira nas reuniões de diretoria e discutindo o negócio em condições idênticas às demais áreas. Também pode opinar sobre projetos que viabilizem a melhoria diretamente em outras áreas. É preciso entender que a área de TI é de propulsão, de saltos e de parceria.
As empresas que ainda não se deram conta do quão importante é este alinhamento com o negócio, continuam a um passo da concorrência. Esta, por sua vez, já tem um gestor liderando seus projetos, que pensa e implanta soluções que tornam a empresa mais ágil, produtiva e otimizada.
É o CIO quem deve liderar as mudanças.
Revista Jus Vigilantibus, Sabado, 18 de julho de 2009
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